A violação dos direitos trabalhistas conquistados as duras lutas ao longo de décadas a cada dia sofre novos danos.
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A reforma trabalhista, por exemplo, é o maior retrocesso em se tratando do processo do trabalho de décadas que poderá levar o Brasil ao caos, a miséria à falências múltiplas. Para tentar alertar a população, aos trabalhadores e as autoridades comprometidas com o desmantelamento da Constituição e da CLT, o país parou nesta sexta-feira (28/04) com a grande paralisação nacional.
Imagem: JB Treinamento / Educadoras do Município de Jussara exibem faixa em praça pública defendo
direitos da
classe trabalhadora "Não fomos nós os trabalhadores que arrombamos a previdência".
A outra nefasta reforma é a da previdência que retira direitos de todos igualmente, tratando-se de trabalhadores, com exceção da privilegiada classe política. Por essa razão, o alerta está sendo feito para interromper essa sangria proporcionada por um governo ilegítimo, nas palavras do próprio Senador Requião que afirma “Temer não tem legitimidade para propor reforma alguma”, como também convoca à população ir à luta por um plesbicito revogatório para anular todas as medidas tomadas por esse governo.
Imagem: JB Treinamento / Educadoras do Município de Jussara exibem faixa em praça pública defendo
direitos da
classe trabalhadora "Pela valorização do cidadão. Não as reformas da Previdência ".
Portanto, a greve geral em protesto contra essas reformas das maldades denominadas de trabalhista e da previdência, proposta pelo governo de Michel Temer, ganha força e ocupa as grandes capitais e milhares de cidades em todo país. Em algumas capitais houve retaliação pela polícia, mesmo assim os protestos avançaram.
A professora Diene Nalin fala sobre a paralisação desta sexta-feira (28/04):
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